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Grupo de vendas MultiMidia E-Commerce

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Fundador da Microsoft, Bill Gates tem valor bilionário em ações da Apple

MultiMidia Info

Fundador da Microsoft é dono de ações do Berkshire Hathaway. O fundo de Warren Buffet, por sua vez, é acionista da Apple

Bill Gates: fundador da Microsoft detém 0,13% de ações da Apple (Chesnot/Getty Images)

Fundador da Microsoft, Bill Gates tem mais ações da Apple do que você provavelmente pensa. O empresário, atualmente dedicado a projetos de filantropia, detém quase 2 bilhões de dólares em papéis da empresa da maçã.

A conta foi feita pelo The Next Web e considerou as ações que a fundação filantrópica Bill & Melinda Gates Foundation detém do Berkshire Hathaway, de Warren Buffet. O conglomerado do megainvestidor, por sua vez, controla um percentual acionário da fabricante do iPhone.

Vamos aos cálculos:
A Bill & Melinda Gates Foundation detém 55 milhões de ações do Berkshire Hathaway, fundo avaliado em 555 bilhões de dólares;
Essas 55 milhões de ações correspondem a 2,25% do Berkshire Hathaway e valem atualmente 12,5 bilhões de dólares;
O Berkshire Hathaway é dono de 248,8 milhões de ações da Apple, 5,68% do valor de mercado de 1,4 trilhão de dólares da empresa americana ou 79 bilhões de dólares;
Nos números finais, a Bill & Melinda Gates Foundation detém 0,13% de ações da Apple, 1,8 bilhão de dólares;

Apesar de alto, o valor representa pouco na fortuna de Gates, estimada em 110 bilhões de dólares pela Forbes. Ele é o segundo homem mais rico do planeta. Perde apenas para Jeff Bezos. O fundador da Amazon tem patrimônio de 115,2 bilhões de dólares.

Vale lembrar que mesmo afastado das funções da Microsoft, Gates conta com 330 milhões de ações da desenvolvedora do Windows. Isso corresponde a 4,3% da companhia, 55 bilhões de dólares.

Fonte: Exame

sábado, 18 de janeiro de 2020

Os primeiros passos na integração entre Avon e Natura

MultiMidia Info
Sede da Natura: com as operações combinadas, a empresa terá 6,3 milhões de consultoras e mais de 3 500 lojas ao redor do mundo 
(Germano Lüders/EXAME)
Nesta quinta-feira, chega a São Paulo a romena Angela Cretu, apontada no início de janeiro como principal executiva global da Avon. Ela vai participar de uma série de visitas entre hoje e amanhã às operações brasileiras da Natura, nova controladora da multinacional.

A agenda integra uma agitada sequência de encontros internos realizada pela cúpula da Natura nesta semana, após o fechamento da compra da rival por 2 bilhões de dólares, no dia 3 de janeiro.

Na segunda, os fundadores — o trio de empresários Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos – além dos principais executivos da Natura, como Roberto Marques, presidente da Natura & Co e João Paulo Ferreira, presidente da Natura & Co na América Latina, foram ao berço da Avon, em Suffern, Nova York, onde visitaram o histórico laboratório fundado em 1897 pela companhia. Na terça e na quarta, a comitiva esteve em Londres, no escritório da Avon, e também na nova sede da The Body Shop, rede de lojas britânica que os brasileiros arremataram em 2017 da francesa L’Oréal.

Trata-se de uma liturgia tradicional em processos de fusões e aquisições, em que os times de cada parte envolvida se apresentam. Em seguida, grupos de trabalho aceleram as atividades para que as empresas passem a operar como uma única. No caso da Avon, o desafio se divide em duas enormes frentes principais, que terão de ser tocadas simultaneamente.

A primeira delas será capitaneada por Angela. Veterana com mais de 20 anos de experiência na Avon, ela já ocupou vários cargos na companhia. Mais recentemente, era vice-presidente do grupo e gerente geral da Europa Central, responsável por 18 países. Agora vai supervisionar o andamento de uma difícil virada nos negócios com vendas e lucro em queda em cerca de 100 países (excluindo Estados Unidos, que não fez parte da venda para a Natura). Com as operações combinadas, a Natura terá 6,3 milhões de consultoras e mais de 3 500 lojas ao redor do mundo, operando em 100 países e atingindo mais de 200 milhões de consumidores.

Fonte: Exame

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Os maiores desafios da Natura após a aquisição da Avon

MultiMidia Info

Mercado segue com pé atrás sobre a capacidade da Natura de reestruturar a marca da Avon

(Mariana Zonta)

 Após a conclusão da aquisição da Avon no início do mês, a agora quarta maior empresa de cosméticos do mundo, o Grupo Natura&Co, tem pela frente o desafio de reestruturar a Avon – que passa por uma crise grave crise – ao mesmo tempo em que tenta fazer uma gigantesca integração entre operações que eram rivais na América Latina. Além disso, precisa definir o caminho da The Body Shop (adquirida em 2017) e ainda manter o foco no dia a dia em meio ao aumento da concorrência no mercado brasileiro, com o avanço das vendas pela internet.

Para conseguir cumprir tudo isso, o primeiro passo da companhia foi anunciar a diretoria que comandará cada uma das operações. 

Na primeira sexta-feira do ano, a empresa anunciou Roberto Marques, até então presidente do conselho de administração, como principal executivo do grupo. Ele está no conselho da Natura Cosméticos S.A. há quatro anos, comandou, em 2017, a bem-sucedida compra da rede internacional de lojas The Body Shop e vai chefiar a integração com a Avon. 

Na Avon, o antigo presidente, Jan Zilderveld, deixa o cargo e a liderança passa para Angela Cretu, que tem 20 anos de empresa foi gerente geral da Avon Europa Central. 

A opção por manter as presidências separadas e selecionar uma veterana de casa para comandar a Avon mostra a relevância do know how da empresa presente em 56 países em um momento de virada. Pela primeira vez, a maior parte da receita com vendas do grupo (69%) deve ter origem no mercado externo (até a aquisição da The Body Shop, quase dois terços do faturamento vinham do Brasil). 

Os desafios
Segundo consultores ouvidos pelo InfoMoney, o maior desafio de Marques como novo líder será integrar a nova marca ao grupo enquanto tenta revitalizar sua imagem. Apesar de vir sem as operações da América do Norte, as mais deficitárias e problemáticas (que foram compradas pela divisão de cuidados pessoais da sul-coreana LG), há motivos pelos quais a Avon ainda é vista como um potencial problema para o grupo.

“A Natura não tem um grande histórico de aquisições e integrações, como Itaú ou Ambev. Ao longo dos anos a empresa não se preocupou em formar lideranças para atuar na integração dessas aquisições. Esse é um enorme desafio, porque não há hoje na Natura uma liderança capaz de revitalizar a Avon” afirma um consultor que acompanha de perto a empresa. 

Vale lembrar que a marca está em decadência há quase uma década. A Avon figurou na lista das 100 marcas globais mais valiosas da consultoria especializada Interbrand entre 2001 e 2013, quando ocupava a 87ª posição. Seu pico de valor de marca foi de US$ 5,4 bilhões, registrado em 2011. Dois anos depois, a companhia já havia perdido 20% do valor e deixou de figurar na lista. No Brasil, perdeu relevância ao cair para o sexto lugar no setor de higiene e beleza. Há uma década, disputava a liderança justamente com a Natura. 

Além dos problemas de marca, a união de 4.000 funcionários da Avon no Brasil com cerca de 6.000 da Natura, além das equipes de outros países da América Latina, pode esbarrar em um choque cultural. 

Os consultores também apontam que a própria The Body Shop ainda não completou sua integração com a Natura e precisa “melhorar os resultados” – o volume de vendas anda de lado desde então. Na época do anúncio oficial do negócio, o banco J.P. Morgan escreveu em relatório que temia que a nova aquisição se tornasse uma “distração”, dificultando a resolução desse problema.

Externamente, cresce a concorrência à medida que pequenas empresas aumentam seus meios de vendas com a internet e os marketplaces. A participação nas vendas diretas em relação ao mercado total de cosméticos no Brasil caiu de 25% em 2000 para 17% em 2017. Novos entrantes como a Hinode, voltada para as classes C e D, e a americana Jeunesse vêm ocupando espaço.

Sinergias e oportunidades
Junto ao anúncio da conclusão do negócio, o grupo divulgou que os ganhos esperados com a aquisição ficarão entre US$ 200 milhões e US$ 300 milhões, uma elevação frente às estimativas feitas em maio de 2019 (entre US$ 150 milhões e US$ 250 milhões). 

Em teleconferência, Marques disse que esses ganhos ainda podem ser revisados para cima novamente e que as sinergias vão aumentar a rentabilidade no médio prazo e os recursos serão reinvestidos em “áreas estratégicas”. No total, a participação de Natura e Avon em vendas diretas no país somará 47%.

Fonte: Info Money

sábado, 4 de janeiro de 2020

Entenda como escalada do conflito EUA x Irã pode afetar sua vida

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Alta dos combustíveis e oscilações em bolsas, se mantidas a longo prazo, podem afetar diversas áreas da economia

primeiro efeito foi sentido poucas horas após o ataque que terminou na morte do comandante iraniano Quassim Suleimani: com a tensão sobre uma possível escalada do conflito entre Estados Unidos (EUA) e Irã, o preço do barril de petróleo chegou a US$ 69,50, em alta de quase 4%. Também não tardou para que as bolsas internacionais fossem afetadas e o dólar subisse 0,74%.

Sem saber ainda qual vai ser a reação iraniana ao ataque estadunidense, o mercado prevê uma normalização de preços nos próximos dias. O Irã, contudo, anunciou “retaliação severa” ao que chamaram de “o maior erro de cálculo dos EUA desde a Segunda Guerra”.

Assim, se o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, cumprir a ameaça, o clima pioraria. Com os barris de petróleo mais caros, diversas áreas da economia devem ser afetadas, desde os preços de fretes até os de alimentos e derivados de petróleo – a lista vai de tecidos a produtos fabricados em plástico, por exemplo.

A perspectiva de alta no preço dos combustíveis movimenta o governo federal. Na próxima segunda-feira (06/01/2020), o presidente Jair Bolsonaro deve se encontrar com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema.

Ele garantiu que não pretende interferir nos preços estabelecidos pela Petrobras, mas admitiu, no entanto, que pode agir no caso de os combustíveis dispararem. Políticas de contenção de preços do combustível, adotadas principalmente no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), já foram alvo de intensas críticas, incluindo de Bolsonaro.

Isto porque, na prática, a Petrobras acabava vendendo seus produtos abaixo do preço de mercado e, consequentemente, amargando prejuízos.

Quem também se prepara para possíveis aumentos de preços de combustíveis são as companhias aéreas, que podem ser afetadas não só por causa do querosene, mas também em outras áreas de operação. Isso porque, como as bolsas reagiram ao conflito, alterações na taxa de câmbio também podem afetar custos como manutenção e arrendamento de aeronaves.

Confira algumas áreas que podem ser afetadas:
  • Alta no preço da gasolina e do diesel direto nos postos de gasolina;
  • Queda nas bolsas e alta no dólar;
  • Preços mais altos nas passagens aéreas;
  • Alta nas tarifas do transporte público;
  • Com combustível mais alto, podem aumentar também o preço dos alimentos e de commodities, especialmente pelo gasto com transportes;
  • Aumento dos fretes para venda e compra de produtos;
  • Há ainda uma série de itens que usam derivados de petróleo e que podem ser afetados: produtos de limpeza, óleos e lubrificantes, tecidos sintéticos, plásticos e até mesmo medicamentos.

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