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sábado, 18 de janeiro de 2020

Os primeiros passos na integração entre Avon e Natura

MultiMidia Info
Sede da Natura: com as operações combinadas, a empresa terá 6,3 milhões de consultoras e mais de 3 500 lojas ao redor do mundo 
(Germano Lüders/EXAME)
Nesta quinta-feira, chega a São Paulo a romena Angela Cretu, apontada no início de janeiro como principal executiva global da Avon. Ela vai participar de uma série de visitas entre hoje e amanhã às operações brasileiras da Natura, nova controladora da multinacional.

A agenda integra uma agitada sequência de encontros internos realizada pela cúpula da Natura nesta semana, após o fechamento da compra da rival por 2 bilhões de dólares, no dia 3 de janeiro.

Na segunda, os fundadores — o trio de empresários Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos – além dos principais executivos da Natura, como Roberto Marques, presidente da Natura & Co e João Paulo Ferreira, presidente da Natura & Co na América Latina, foram ao berço da Avon, em Suffern, Nova York, onde visitaram o histórico laboratório fundado em 1897 pela companhia. Na terça e na quarta, a comitiva esteve em Londres, no escritório da Avon, e também na nova sede da The Body Shop, rede de lojas britânica que os brasileiros arremataram em 2017 da francesa L’Oréal.

Trata-se de uma liturgia tradicional em processos de fusões e aquisições, em que os times de cada parte envolvida se apresentam. Em seguida, grupos de trabalho aceleram as atividades para que as empresas passem a operar como uma única. No caso da Avon, o desafio se divide em duas enormes frentes principais, que terão de ser tocadas simultaneamente.

A primeira delas será capitaneada por Angela. Veterana com mais de 20 anos de experiência na Avon, ela já ocupou vários cargos na companhia. Mais recentemente, era vice-presidente do grupo e gerente geral da Europa Central, responsável por 18 países. Agora vai supervisionar o andamento de uma difícil virada nos negócios com vendas e lucro em queda em cerca de 100 países (excluindo Estados Unidos, que não fez parte da venda para a Natura). Com as operações combinadas, a Natura terá 6,3 milhões de consultoras e mais de 3 500 lojas ao redor do mundo, operando em 100 países e atingindo mais de 200 milhões de consumidores.

Fonte: Exame

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Os maiores desafios da Natura após a aquisição da Avon

MultiMidia Info

Mercado segue com pé atrás sobre a capacidade da Natura de reestruturar a marca da Avon

(Mariana Zonta)

 Após a conclusão da aquisição da Avon no início do mês, a agora quarta maior empresa de cosméticos do mundo, o Grupo Natura&Co, tem pela frente o desafio de reestruturar a Avon – que passa por uma crise grave crise – ao mesmo tempo em que tenta fazer uma gigantesca integração entre operações que eram rivais na América Latina. Além disso, precisa definir o caminho da The Body Shop (adquirida em 2017) e ainda manter o foco no dia a dia em meio ao aumento da concorrência no mercado brasileiro, com o avanço das vendas pela internet.

Para conseguir cumprir tudo isso, o primeiro passo da companhia foi anunciar a diretoria que comandará cada uma das operações. 

Na primeira sexta-feira do ano, a empresa anunciou Roberto Marques, até então presidente do conselho de administração, como principal executivo do grupo. Ele está no conselho da Natura Cosméticos S.A. há quatro anos, comandou, em 2017, a bem-sucedida compra da rede internacional de lojas The Body Shop e vai chefiar a integração com a Avon. 

Na Avon, o antigo presidente, Jan Zilderveld, deixa o cargo e a liderança passa para Angela Cretu, que tem 20 anos de empresa foi gerente geral da Avon Europa Central. 

A opção por manter as presidências separadas e selecionar uma veterana de casa para comandar a Avon mostra a relevância do know how da empresa presente em 56 países em um momento de virada. Pela primeira vez, a maior parte da receita com vendas do grupo (69%) deve ter origem no mercado externo (até a aquisição da The Body Shop, quase dois terços do faturamento vinham do Brasil). 

Os desafios
Segundo consultores ouvidos pelo InfoMoney, o maior desafio de Marques como novo líder será integrar a nova marca ao grupo enquanto tenta revitalizar sua imagem. Apesar de vir sem as operações da América do Norte, as mais deficitárias e problemáticas (que foram compradas pela divisão de cuidados pessoais da sul-coreana LG), há motivos pelos quais a Avon ainda é vista como um potencial problema para o grupo.

“A Natura não tem um grande histórico de aquisições e integrações, como Itaú ou Ambev. Ao longo dos anos a empresa não se preocupou em formar lideranças para atuar na integração dessas aquisições. Esse é um enorme desafio, porque não há hoje na Natura uma liderança capaz de revitalizar a Avon” afirma um consultor que acompanha de perto a empresa. 

Vale lembrar que a marca está em decadência há quase uma década. A Avon figurou na lista das 100 marcas globais mais valiosas da consultoria especializada Interbrand entre 2001 e 2013, quando ocupava a 87ª posição. Seu pico de valor de marca foi de US$ 5,4 bilhões, registrado em 2011. Dois anos depois, a companhia já havia perdido 20% do valor e deixou de figurar na lista. No Brasil, perdeu relevância ao cair para o sexto lugar no setor de higiene e beleza. Há uma década, disputava a liderança justamente com a Natura. 

Além dos problemas de marca, a união de 4.000 funcionários da Avon no Brasil com cerca de 6.000 da Natura, além das equipes de outros países da América Latina, pode esbarrar em um choque cultural. 

Os consultores também apontam que a própria The Body Shop ainda não completou sua integração com a Natura e precisa “melhorar os resultados” – o volume de vendas anda de lado desde então. Na época do anúncio oficial do negócio, o banco J.P. Morgan escreveu em relatório que temia que a nova aquisição se tornasse uma “distração”, dificultando a resolução desse problema.

Externamente, cresce a concorrência à medida que pequenas empresas aumentam seus meios de vendas com a internet e os marketplaces. A participação nas vendas diretas em relação ao mercado total de cosméticos no Brasil caiu de 25% em 2000 para 17% em 2017. Novos entrantes como a Hinode, voltada para as classes C e D, e a americana Jeunesse vêm ocupando espaço.

Sinergias e oportunidades
Junto ao anúncio da conclusão do negócio, o grupo divulgou que os ganhos esperados com a aquisição ficarão entre US$ 200 milhões e US$ 300 milhões, uma elevação frente às estimativas feitas em maio de 2019 (entre US$ 150 milhões e US$ 250 milhões). 

Em teleconferência, Marques disse que esses ganhos ainda podem ser revisados para cima novamente e que as sinergias vão aumentar a rentabilidade no médio prazo e os recursos serão reinvestidos em “áreas estratégicas”. No total, a participação de Natura e Avon em vendas diretas no país somará 47%.

Fonte: Info Money

sábado, 4 de janeiro de 2020

Entenda como escalada do conflito EUA x Irã pode afetar sua vida

MultiMidia Info

Alta dos combustíveis e oscilações em bolsas, se mantidas a longo prazo, podem afetar diversas áreas da economia

primeiro efeito foi sentido poucas horas após o ataque que terminou na morte do comandante iraniano Quassim Suleimani: com a tensão sobre uma possível escalada do conflito entre Estados Unidos (EUA) e Irã, o preço do barril de petróleo chegou a US$ 69,50, em alta de quase 4%. Também não tardou para que as bolsas internacionais fossem afetadas e o dólar subisse 0,74%.

Sem saber ainda qual vai ser a reação iraniana ao ataque estadunidense, o mercado prevê uma normalização de preços nos próximos dias. O Irã, contudo, anunciou “retaliação severa” ao que chamaram de “o maior erro de cálculo dos EUA desde a Segunda Guerra”.

Assim, se o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, cumprir a ameaça, o clima pioraria. Com os barris de petróleo mais caros, diversas áreas da economia devem ser afetadas, desde os preços de fretes até os de alimentos e derivados de petróleo – a lista vai de tecidos a produtos fabricados em plástico, por exemplo.

A perspectiva de alta no preço dos combustíveis movimenta o governo federal. Na próxima segunda-feira (06/01/2020), o presidente Jair Bolsonaro deve se encontrar com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema.

Ele garantiu que não pretende interferir nos preços estabelecidos pela Petrobras, mas admitiu, no entanto, que pode agir no caso de os combustíveis dispararem. Políticas de contenção de preços do combustível, adotadas principalmente no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), já foram alvo de intensas críticas, incluindo de Bolsonaro.

Isto porque, na prática, a Petrobras acabava vendendo seus produtos abaixo do preço de mercado e, consequentemente, amargando prejuízos.

Quem também se prepara para possíveis aumentos de preços de combustíveis são as companhias aéreas, que podem ser afetadas não só por causa do querosene, mas também em outras áreas de operação. Isso porque, como as bolsas reagiram ao conflito, alterações na taxa de câmbio também podem afetar custos como manutenção e arrendamento de aeronaves.

Confira algumas áreas que podem ser afetadas:
  • Alta no preço da gasolina e do diesel direto nos postos de gasolina;
  • Queda nas bolsas e alta no dólar;
  • Preços mais altos nas passagens aéreas;
  • Alta nas tarifas do transporte público;
  • Com combustível mais alto, podem aumentar também o preço dos alimentos e de commodities, especialmente pelo gasto com transportes;
  • Aumento dos fretes para venda e compra de produtos;
  • Há ainda uma série de itens que usam derivados de petróleo e que podem ser afetados: produtos de limpeza, óleos e lubrificantes, tecidos sintéticos, plásticos e até mesmo medicamentos.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Pernambuco vai sediar primeiro Centro de Distribuição da Amazon no Nordeste

MultiMidia Info
Foto: Divulgação
O estado de Pernambuco foi o escolhido para receber o primeiro Centro de Distribuição (CD) da Amazon no Nordeste. A base será instalada no centro logístico Armazenna Suape, no município do Cabo de Santa Agostinho, com capacidade de reduzir o prazo mínimo de entrega no Recife para até dois dias úteis. O anúncio da instalação foi dado na manhã desta quinta-feira após reunião com o presidente da Amazon no Brasil, Alex Szapiro, e o governador Paulo Câmara. 

A previsão é que o Centro de Distribuição comece a operar no primeiro trimestre de 2020, gerando centenas de empregos diretos e indiretos. Desde que chegou ao Brasil, esta será a primeira operação física da Amazon fora de São Paulo. 

“Estamos satisfeitos que a Amazon tenha escolhido Pernambuco para sediar seu mais novo centro de distribuição no Brasil. Esse investimento, tendo em vista a qualidade das instalações, ajudará a impulsionar a nossa economia, gerando emprego e renda, além de reforçar a nossa condição de hub natural do Nordeste", afirmou Paulo Câmara. 

Para a Amazon, a ideia é representar um compromisso de longo prazo da empresa com o Brasil. “Além de oferecermos entrega mais rápida para a região Nordeste, clientes do Amazon Prime, programa de benefícios que lançamos em setembro, poderão usufruir dessa rapidez no envio com frete grátis em qualquer pedido”, acrescentou Szapiro. 

Com o anúncio oficial, Pernambuco atinge a marca de 114 empresas que anunciaram novos negócios ou a expansão de suas operações somente neste ano. São empreendimentos que, juntos, somam R$ 14,4 bilhões em investimentos e têm potencial para abertura de 22 mil postos de trabalho formais, no médio e longo prazos.

INCENTIVOS FISCAIS
Pelo fato de a Amazon ser uma empresa que atua exclusivamente no e-commerce, o Governo de Pernambuco possui um incentivo fiscal específico para esse modelo de negócio, que amplia a competitividade estadual na atração de investimentos. Trata-se do Decreto 44.650/17, que garante um desconto (crédito presumido) no resultado das operações, de acordo com a alíquota do produto, destinado a vendas para fora do estado.

domingo, 1 de dezembro de 2019

Nubank libera cartões de crédito com aprovação imediata e bom limite até para negativados pelo WhatsApp? Saiba se proteger do golpe.

MultiMidia Info

Além da Black Friday, estamos chegando ao período de festas de fim de ano. Ou seja, muitos consumidores precisam parcelar compras neste período. Assim, uma mensagem que está viralizando no WhatsApp trata-se de que o Nubank está liberando convites para cartões de crédito até mesmo para quem está negativado. 

Entretanto, para o usuário ter acesso ao benefício, ele precisa entrar em um site. A mensagem diz o seguinte: “Tenho 3 convites do Nubank que está liberando até 800,00 de crédito mesmo com o nome sujo. Aqui esta meu convite”.

Nubank libera cartões de crédito com aprovação imediata e bom limite até para negativados pelo WhatsApp?

Contudo, quando o usuário entra na página, ele se depara com uma descrição que não tem nada a ver com a mensagem. Além disso, tem uma lista de perguntas e o pedido para compartilhar o link do site com um certo número de pessoas.

Confira a mensagem:
Você foi convidado para a promoção de aniversário da Nubank. São 2.000 cartões de crédito com aprovação imediata e com limite de até R$ 12.000,00. Para prosseguir, responda a breve pesquisa abaixo sobre a Nubank e receba seu cartão de crédito o quanto antes.

VOCÊ TEM 5 MINUTOS PARA RESPONDER AS PERGUNTAS Responda as perguntas abaixo: Você já conhece a Nubank? Sim Não Você gostaria de fazer um novo cartão com até doze mil reais de limite? Sim Não Na sua opinião, qual a melhor bandeira? MASTERCARD VISA ELO Atenção esta é uma promoção verdadeira não pedimos que baixe aplicativos ou instale qualquer tipo de arquivos maliciosos!

Mas afinal, o Nubank está liberando cartões de crédito com aprovação imediata e bom limite até para negativados pelo WhatsApp?
Nós já desmentimos aqui no site a mesma situação. Contudo, mesmo assim, as pessoas seguem caindo no mesmo golpe. Muitos compartilharam com a esperança de conseguir o cartão de crédito, mas é importante ressaltar que é um golpe. Até porque esse tipo de golpe sempre segue o mesmo modus operandi, ou seja, pede para você entrar num site, responder umas perguntas e compartilhar com amigos. Mas, no final, nada acontece e seus dados são roubados, além da possibilidade de seu sistema operacional ser afetado por algum vírus.

Por fim, é importante ressaltar que o próprio site do Nubank já esclareceu sobre o assunto, confira aqui.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Dona do Frango Assado, Pizza Hut e KFC vai abrir 415 lojas no Brasil

MultiMidia Info

A fusão com a MultiQSR, detentora dos diretos de master-franquia da Pizza Hut e KFC no Brasil, acelerou os planos de expansão da holding International Meal Company (IMC) – dona das redes Frango Assado e Viena.

KFC: com o plano de expansão, a marca deve aterrissar também nos Estados do Rio de Janeiro e Paraná (SOPA Images / Colaborador/Getty Images)

A empresa pretende investir R$ 450 milhões em cinco anos, abrir 415 lojas e gerar 9 mil empregos no País. Os números, no entanto, não incluem investimentos em unidades do Frango Assado, que deverão ser construídas no conceito “conveniência”, dentro de contêineres, a partir de 2020.

A conclusão da fusão com a empresa de Carlos Wizard Martins ocorreu no fim de outubro, com a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Os planos de expansão já vinham sendo desenhados desde o anúncio da fusão, em julho, mas agora podem ser efetivados, diz o presidente da IMC, Newton Maia Alves. Segundo ele, o negócio resulta num grupo com receita de R$ 1,8 bilhão e quase 500 lojas, entre próprias e franqueadas.

As primeiras iniciativas do pós-fusão devem ser conhecidas pelos consumidores até o fim do próximo mês. Das 25 lojas do Frango Assado, 10 terão uma Pizza Hut dentro do restaurante.

O objetivo é adotar a mesma estratégia em todas as unidades, diz Alves. Outra decisão é converter pontos do restaurante Viena que não estão tendo bom desempenho em Pizza Hut ou KFC – ou os dois juntos, dependendo do tamanho da área. Cerca de 20 lojas das 43 existentes passarão pela transformação nos próximos meses.

O presidente da IMC explica que o objetivo é abrir 4 ou 5 lojas do Frango Assado por ano nos próximos cinco anos. Atualmente a empresa tem 24 unidades em São Paulo e uma em Minas Gerais. Com o plano de expansão, a marca deve aterrissar também nos Estados do Rio de Janeiro e Paraná.

“Nossa ideia é negociar áreas que já têm uma estrutura física, como uma churrascaria tradicional, e transformar em Frango Assado”, diz Alves. Ele destaca que só em São Paulo foram mapeados 1.041 postos de estradas, sendo que 300 entraram na categoria considerada “ótima” para a estratégia da rede.

No caso do Pizza Hut e KFC, a expectativa é abrir 400 lojas em cinco anos, sendo 200 de cada marca. Metade será subfranqueada. Nesse caso, a expansão deve ocorrer em todos os Estados do País, proporcionalmente ao crescimento econômico de cada região. “Esses números demonstram que acreditamos na economia, nos fundamentos do Paulo Guedes (ministro da Economia) e na redução dos juros, que vai fomentar os investimentos no País”, diz Carlos Wizard, que ficou com 13% de participação na IMC.

A experiência do empresário com a expansão de negócios por meio de franquias deve ser bastante explorada no grupo. Uma das novidades que devem seguir esse caminho é a ideia de abrir Frango Assado no formato “conveniência”, em contêineres. As pequenas lojas poderiam ter só um funcionário por turno e não precisam ficar muito distantes uma da outra. Nas lojas maiores, a frequência nas estradas está entre 30 e 40 quilômetros. “Com essas pequenas unidades, a distância poderia ser menor, o que nos faz sonhar com umas 100 lojas só em São Paulo”, diz Maia.

O modelo, no entanto, ainda está sendo arredondado para redução de custos. “De qualquer maneira, pensamos em ter as primeiras unidades no segundo semestre de 2020. Primeiro começaríamos com lojas próprias e depois com franquias, uma especialidade da família Martins”, diz Alves.
Sinergias

Segundo o executivo, as sinergias possíveis com a fusão das duas empresas são enormes. A IMC compra, por exemplo, 1,1 mil toneladas de frango por ano e a MultiQSR, 2,5 mil; a quantidade de farinha é igual nas duas empresas; e as compras em cartão de crédito, R$ 600 milhões e R$ 400 milhões, respectivamente. Os números, segundo Alves, dão uma boa margem para negociação com os fornecedores.

Outro ponto importante é a cozinha central em construção em Louveira, no interior de São Paulo. Quando estiver pronta, as cozinhas do Viena, por exemplo, serão fechadas. “Hoje são produzidas 233 toneladas por mês de alimentos com 235 funcionários. Com a nova cozinha, serão produzidos 525 toneladas em um turno com 78 funcionários”, diz o presidente do IMC. A mudança deve gerar economia de R$ 20 milhões por ano.

O famoso pão de semolina, vendido no Frango Assado, também será produzido em Louveira e enviado ultracongelado para as lojas. A medida deve economizar R$ 3 milhões apenas com padeiros, que hoje são 96 no total. “Nos últimos anos, fast- food de alimentação fora de casa cresceu 10% ao ano. Não é muita coisa que cresce nesse ritmo no Brasil.”

Fonte: Exame

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Nubank testa taxa de saque da Nuconta mais barata para alguns usuários

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O roxinho da Nubank se tornou o cartão de crédito cobiçado por muitos por oferecer um total de zero anuidade aos consumidores. Além disso, a possibilidade de se conseguir bons descontos adiantando parcelas e as opções de bloqueio temporário e cartão virtual são adicionais interessantes.


O roxinho da Nubank se tornou o cartão de crédito cobiçado por muitos por oferecer um total de zero anuidade aos consumidores. Além disso, a possibilidade de se conseguir bons descontos adiantando parcelas e as opções de bloqueio temporário e cartão virtual são adicionais interessantes.

Quando a fintech anunciou a sua conta digital a expectativa era grande, porém quando a função de saque chegou, acabou frustrando alguns pela sua cobrança um tanto alta: R$ 6,50.

Imagine que mesmo um saque por semana poderia significar R$ 26 a menos no final do mês. Claro, há a possibilidade de se fazer um TED gratuito para a sua conta em outro banco e então realizar o saque, mas isso é pouco prático.

A boa notícia é que, de surpresa, a fintech começou a semana reduzindo essa taxa para alguns consumidores: eles estão sendo avisados no app e por e-mail que temporariamente farão jus a um valor R$ 2,50 menor nos saques, ou seja, apenas R$ 4.


Não se sabe como a Nubank escolheu esses consumidores, mas a ideia é estudar o impacto que a redução da taxa pode significar em termos de uso da função de retirada de dinheiro. A empresa avisará aos usuários quando os testes forem encerrados para que não tomem susto quando a cobrança de R$ 6,50 voltar a valer.

Claro, a fintech não faz isso a troco de nada: estudar se a redução da tarifa impactará em um aumento de saques poderá conduzi-la a uma decisão de absorver parcialmente as taxas de uso da rede 24 Horas, principalmente em um mercado dominado por bancos digitais que isentam o consumidor dessa cobrança, ficando com todo o ônus financeiro nesse sentido.

A rede 24 Horas é operada pela Tecban, que recebe um percentual por providenciar os pontos de saque e a eventual manutenção desses terminais. Além disso, as fintechs usam ainda um intermediador (gateway) para tirarem das carteiras digitais dinheiro a ser entregue ao usuário. No país o operador mais comum é o Cirrus da Mastercard, e claro, a ferramenta também tem os seus custos para o banco.

A Tecban, porém, vem estudando um sistema a fim de retirar os gateways da equação. Então, quando isso for implementado, mesmo que os planos da Nubank acabem frustrados com os resultados do atual teste, pode ser que as tarifas sofram um decréscimo no futuro.

E você, tem uma Nuconta? O que acha da tarifa atual de saque? Já foi beneficiado com o atual teste de um valor mais baixo para as retiradas? Conte para a gente nos comentários!

Fonte: Tudo celular

sábado, 16 de novembro de 2019

Nubank vai reemitir milhares de cartões

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O Nubank vai reemitir cartões de 3 mil clientes, como medida preventiva de segurança. O banco digital descobriu que esses usuários inseriram informações de pagamento em sites arriscados. O Nubank explica que analisou diversas transações em estabelecimentos com histórico de problemas e observou que alguns clientes podem ter colocado suas informações do cartão nessas lojas online.

Todos os clientes envolvidos serão comunicados por e-mail e os novos cartões serão enviados para os endereços cadastrados no Nubank. Assim que o novo cartão for ativado, o antigo será cancelado. No caso dos clientes que têm cartões virtuais, é preciso gerar um novo pelo próprio aplicativo.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Novo Atacadão e Ferreira Costa reforçam reação do varejo no Nordeste com investimentos de R$ 600 milhões

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Rede de atacarejo mineira – braço nordestino dos grupos SFA e Super Cidades - inicia operação com a primeira loja em Pernambuco, enquanto player de home center entra no mercado paraibano, com unidade em João Pessoa
Foto: Rhudá Jardim/Divulgação

Embora o mercado ainda esteja bastante desaquecido, os players do comércio que incluíram o Nordeste no planejamento estratégico e os que já estão na região reagem, com investimentos, à estagnação econômica. O objetivo é se preparar para o pós-crise. Um excelente exemplo é a estreia da rede de atacarejo Novo Atacadão, braço nordestino dos grupos mineiros SFA e Super Cidades. A marca, lançada em abril passado, inaugurou nesta quinta-feira (26/9) a primeira loja, localizada em Carpina (PE) e que recebeu aportes de R$ 30 milhões. O empreendimento integra um plano de R$ 500 milhões que prevê a implantação de 20 operações. Já a rede pernambucana de home centers Ferreira Costa está expandindo a atuação, com a entrada na Paraíba, por meio de um loja recém-inaugurada em João Pessoa. O empreendimento demandou R$ 100 milhões.

Os dois cases evidenciam a disposição do comércio de retomar o crescimento de suas operações, passada a fase mais aguda da crise e iniciado um ciclo de lenta recuperação das vendas, marcado por indicadores de desempenho modestos. Em Pernambuco, por exemplo, o comércio varejista registrou incremento de acanhados 0,8% no primeiro semestre de 2019 comparado ao mesmo período de 2018, de acordo com a Agência Condepe-Fidem. Mas, atentos a esses sinais, os players desengavetam seus planos de expansão, visando ganhar musculatura para quando o mercado voltar a crescer de forma mais vigorosa.

No caso do Novo Atacadão, o plano para Pernambuco será executado nos próximos quatro anos e inclui o lançamento de um cartão de crédito com bandeira própria. A estratégia, diante do salto do atacarejo no Grande Recife ao longo da década, é aproveitar as oportunidades nas cidades médias do interior. Há um grande potencial para o segmento nesses mercados que estão na mira da rede mineira. 

A ofensiva começa em Carpina (Zona da Mata Norte, a 54 km do Recife), onde a inauguração teve a presença do governador Paulo Câmara. A cidade tem 81 mil habitantes. “Vimos que Carpina tem uma densidade demográfica muito grande, com uma população concentrada. Outro fator que chamou nossa atenção foi o entorno. Há muitas cidades próximas e que geram um fluxo de pessoas bastante intenso. Esse fluxo, somado aos moradores da cidade, representa clientes em potencial que queremos atrair”, detalhou o CEO da rede, Daniel Costa, sobre a inclusão de Carpina no plano de negócios.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, destaca que o foco da rede em cidades fora da Região Metropolitana da capital e com o perfil de Carpina vai ao encontro da estratégia do Governo de Pernambuco de interiorização dos investimentos privados. Ele ressalta ainda o impacto relevante de um investimento dessa ordem em municípios de médio porte. 

Inaugurações
Na sequência, o Novo Atacadão vai inaugurar mais três lojas, até abril de 2020, nas cidades de Vitória de Santo Antão, Arcoverde e Santa Cruz do Capibaribe. A próxima a entrar em funcionamento é a de Vitória, em dezembro.

Nessa etapa do plano, o investimento programado é de R$ 130 milhões e cada loja – com em média 12 mil metros quadrados de área construída e 500 vagas de estacionamento - está orçada na casa dos R$ 30 milhões. Juntas, as quatro primeiras operações vão gerar 1,5 mil empregos diretos e cerca de três mil indiretos. A de Carpina tem 300 empregados diretos. 

No caso das próximas unidades, o processo seletivo será iniciado em outubro, com inscrições exclusivamente pela internet e prioridade para as vagas de operador de caixa, estoquista, operador de empilhadeira, repositor de estoque, açougueiro, gerente e subgerente de loja.

Quanto ao mix, as lojas contarão inicialmente com oito mil itens, entre alimentos perecíveis, não perecíveis, artigos de higiene, limpeza, automotivo, bomboniere e bebidas, dentre outros produtos. 

Ferreira Costa
A Ferreira Costa, que entrou no mercado de Sergipe em 2015 e está presente na Bahia desde 2008, retomou o projeto de expansão, com a loja na capital paraibana, inaugurada semana passada. Localizado no bairro do Bessa, um dos mais nobres da cidade, o home center tem 37 mil metros quadrados, 347 vagas de estacionamento e um mix com 75 mil produtos para casa, construção e decoração. A estrutura inclui um mall com capacidade para 21 operações, entre lojas, quiosques e restaurantes.

Sobre a decisão de apostar na Paraíba, o diretor Guilherme Ferreira Costa afirma que a empresa viu uma grande oportunidade numa economia estadual que vem resistindo à crise. Particularmente sobre João Pessoa, ressalta que é um mercado onde a construção civil e o mercado imobiliário vem se recuperando desde o ano passado. De fato, o estoque de imóveis na Grande João Pessoa chegou a oito mil unidades no auge da crise, em 2016, recuou de para seis mil no final do ano passado e deve cair para quatro mil até o final de 2019.

“João Pessoa é uma das cidades mais promissoras do Nordeste. Aqui, a construção civil não parou como em outras cidades. Entendemos que era uma chance. Enxergamos demanda para o nosso negócio agora e principalmente no futuro, pois o nosso segmento tem uma dinâmica muito ligada aos setores de construção e imobiliário”, ressalta o empresário. “Além disso, como se trata de um Estado vizinho a Pernambuco, as condições para integração logísticas são muito boas e essa facilidade operacional se somou ao potencial de mercado. Foram dois fatores que pesaram em nossa escolha sobre onde investir”, explica. 

Fundada em 1884, a Ferreira Costa completou 135 anos em agosto passado. A rede é formada por seis lojas em Garanhuns – cidade onde a empresa nasceu – Recife, Salvador, Aracaju e agora João Pessoa. Essas operações, somadas, geram três mil empregos.

Fernando Ítalo

domingo, 10 de novembro de 2019

Por que 1 em cada 5 pessoas está guardando dinheiro debaixo do colchão nos EUA

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Temendo uma nova recessão da economia dos Estados Unidos, uma em cada cinco americanos está economizando dinheiro em casa, aponta um estudo da MetLife, a maior companhia de seguros de vida do país.

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americanos se tornaram mais conservadores com seu dinheiro, aponta pesquisa

Outra conclusão da pesquisa é que os americanos se tornaram mais conservadores com seu dinheiro e preferem tomar precauções deste tipo em vez de investir.

Esse tipo de decisão tem seus riscos, uma vez que a inflação reduz o valor das cédulas — segundo indicadores oficiais, o país teve 2,4% de aumento de preços entre setembro de 2018 e setembro de 2019 — e que os poupadores deixam de contar com as garantias e eventuais vantagens de investimentos do sistema financeiro.

Ao mesmo tempo, as taxas de juros bancárias nos Estados Unidos são muito baixas. Alguns dos grandes bancos comerciais oferecem retorno anual de 0,03% para as contas de poupança. Se adicionados os custos operacionais, é possível que o cliente acabe perdendo dinheiro.

Outro sinal que reflete o clima entre os consumidores é que, de acordo com o estudo da MetLife, 41% dos americanos que têm investimentos afirmam que agora os revisam com mais frequência. Ou seja, existe uma sensação de insegurança, que pode ser momentânea, mas suas causas e consequências ainda não são claras.

O medo de uma possível recessão
Não há consenso entre economistas sobre a ameaça de uma nova recessão, normalmente definida como uma contração da economia por dois trimestres seguidos. Eles concordam que há sinais mistos e que o crescimento global está passando por um momento de desaceleração.

GETTY IMAGES
 crescimento global está passando por um momento de desaceleração, dizem economistas

Em outubro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu sua previsão de crescimento da economia global para 3% neste ano, abaixo dos 3,2% de seu relatório de julho passado. Se confirmado, o índice será o menor desde a crise financeira de 2008 e bem menor do que os 3,8% registrados em 2018. O FMI também reviu para baixo sua previsão para o próximo ano, de 3,5% para 3,4%.

O FMI apontou como fatores as guerras comerciais, como a atualmente travada entre Estados Unidos e China, a incerteza do Brexit (processo de saída do Reino Unido da União Europeia) e outras crises geopolíticas e acrescentou que há uma necessidade "urgente" de líderes globais de trabalhar para reduzir as tensões. "As perspectivas globais continuam precárias. Com um crescimento de 3%, não há espaço para erros políticos", disse o órgão.

O clima predominante nos mercados internacionais é de uma ansiedade que "se aprofunda a cada dia", observou a revista The Economist em um editorial recente. Um sintoma deste medo é o preço do ouro, refúgio por excelência para os capitais e que atingiu recentemente seu pico nos últimos seis anos.

A economia dos EUA
Ainda assim, apesar dos sinais negativos, os Estados Unidos têm a menor taxa de desemprego em meio século e experimentam o período mais longo de expansão econômica em sua história.

Mas esse crescimento desacelerou no terceiro trimestre deste ano, ainda que tenha superado as expectativas de alguns economistas. Dados do Departamento de Comércio do governo americano indicam uma expansão do PIB de 1,9% nestes três meses, à frente dos 1,6% previstos.

Isso é, porém, bem abaixo dos 3,4% registrados no terceiro trimestre do ano passado e o menor crescimento em 2019. O aumento do Produto Interno Bruto no trimestre anterior, até o final de junho, foi de 2%.

Atualmente, de acordo com o site Bloomberg Economics, a chance de a economia americana entrar em recessão nos próximos 12 meses é de 27%.

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Alguns dos grandes bancos americanos oferecem apenas 0,03% de retorno anual para contas de poupança

O cálculo desse índice é baseado em "uma gama de dados abrangendo condições econômicas, mercados financeiros e indicadores de estresse subjacente", para prever a probabilidade de desaceleração da economia. Incluem rendimentos, ganhos salariais reais, margens de lucro corporativas e pedidos semanais de benefícios de desemprego.

O risco atual é mais do que o dobro dos 11% de novembro de 2018, mas é bem inferior aos 49,5% de dezembro do ano passado. Desde então, o índice caiu drasticamente e manteve-se na casa dos 20% desde abril.

Para muitos economistas, a maior preocupação com as perspectivas dos Estados Unidos é o conflito comercial com a China e outros, escreve o repórter de economia da BBC Andrew Walker.

"Os números mais recente mostraram um crescimento nas exportações após um declínio acentuado nos três meses anteriores. Mas foi um crescimento bastante fraco", diz Walker.

"As importações, muitas das quais estão sujeitas a tarifas adicionais como parte desse conflito comercial, também foram mais altas, embora não acentuadamente, depois de dois trimestres em que não cresceram."

O banco ou o colchão?
Enquanto economistas e investidores discutem o futuro econômico global, os clientes dos bancos se perguntam o que fazer com seu dinheiro.

Como ninguém sabe ao certo o que acontecerá, muitos especialistas em finanças pessoais nos Estados Unidos continuam recomendando que as pessoas invistam, em vez de ter a renda imobilizada no banco, sem o retorno oferecido pelos juros.

Nesse sentido, as sugestões para poupadores são diversificar seus investimentos para reduzir riscos. "Ninguém conta para as pessoas que o dinheiro perde valor invisivelmente", diz o consultor e empresário Ramit Sethi.

"Os jovens não estão investindo no mercado de ações" e economizar dinheiro não é suficiente "porque, para aumentar seu capital a longo prazo, você deve usar outras táticas mais eficazes, como investir".

Mas a verdade é que a maioria dos cidadãos comuns, que podem economizar apenas parte de sua renda, veem Wall Street como algo muito distante do seu dia-a-dia. Ainda mais quando economizar dinheiro em casa parece ser uma boa opção.

Talvez os fantasmas da grande recessão de uma década atrás não tenham se dissipado e é por isso que cerca de 40% dos americanos dizem que começaram a economizar para o caso de tempos difíceis, segundo o estudo da MetLife.

Fonte: BBC

Itaú vai comprar a petrobras

MultiMidia Info

Repare quem está comprando a Liquigás, uma das subsidiárias mais importantes da Petrobras: Copagaz, Nacional Gás Butano e… Itaúsa.

O Itaúsa é a holding que controla o banco Itaú Unibanco.

Petrobras recebe oferta de R$ 3,7 bilhões por Liquigás Distribuidora

A Petrobras recebeu oferta de R$ 3,7 bilhões para a venda de sua participação acionária na Liquigás Distribuidora. O grupo formado pela Copagaz, Itaúsa e Nacional Gás Butano apresentou a melhor oferta final para aquisição da empresa. A venda faz parte do processo competitivo de desinvestimento da companhia.

A transação ainda será submetida à aprovação pelos órgãos internos da Petrobras e as etapas subsequentes do projeto serão divulgadas ao mercado oportunamente.

De acordo com nota da estatal, “a operação está alinhada à otimização do portfólio e a melhoria de aplicação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas”.
Atuação

A Liquigás atua no mercado como distribuidora de gás liquefeito de petróleo (GLP). Além do gás para uso doméstico, a empresa fornece produtos e serviços para diversos setores da indústria, comércio e agricultura, pecuária, aviários, condomínios, hotéis, entre outros.

Por Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro
Edição: Maria Claudia
Fonte: O cafezinho

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