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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Nubank tem o aplicativo de banco digital mais baixado do mundo

MultiMidia Info
O crescimento acompanha a expansão da base de clientes da fintech


O aplicativo do banco digital Nubank foi o mais baixado do mundo nos últimos 12 meses, segundo revelou um relatório da Apptopia, empresa de análise de aplicativos. De acordo com os dados liberados nesta semana, o Nubank superou as três fintechs que mais crescem na Europa.

Ao longo dos últimos 365 dias, o aplicativo recebeu 18 milhões de novos downloads. Esse volume é maior do que a quantidade de downloads dos aplicativos do Revolut, Monzo e N26, as três fintechs que mais crescem no mercado europeu, combinados.

Além disso, os usuários ativos mensais do Nubank também aumentaram em mais de 200% durante o mesmo período. Essa alta supera o número de usuários de qualquer outro banco do mundo, à exceção do Monzo.

Já no mercado brasileiro, o crescimento se repete. De acordo com o relatório da Apptopia, o aplicativo do Nubank apresentou volume de downloads superior à soma dos principais concorrentes digitais brasileiros no ano de 2019. No mesmo período, até mesmo os bancos tradicionais foram superados pelo Nubank, com exceção da Caixa.

O crescimento vertiginoso acompanha a expansão da base de clientes do banco digital. A empresa atingiu a marca de 15 milhões de clientes presentes em todos os municípios brasileiros no mês de outubro. Desses, 12 milhões possuem uma NuConta, a conta digital da fintech, enquanto 10 milhões são usuários do cartão de crédito.

Nesta semana, o Nubank também se consagrou nas redes sociais. A empresa se tornou a maior instituição financeira brasileira na rede social LinkedIn, ultrapassando a marca de 1,4 milhões de seguidores. Tal número foi alcançado poucos meses depois de a fintech liderar, pelo segundo ano consecutivo, o ranking de startups mais desejadas para se trabalhar no Brasil.

O Nubank é uma startup brasileira pioneira no segmento de serviços financeiros. Fundada em 2013, a empresa tem sua sede na cidade de São Paulo, e atua como operadora de cartões de crédito e fintech. Oferece "soluções simples, seguras e 100% digitais para você ter o controle do seu dinheiro literalmente nas suas mãos."

Bradesco deve fechar 450 agências até 2020

MultiMidia Info
Presidente do banco afirmou que a medida é uma tentativa de controlar as despesas operacionais, que estão acima da meta estabelecida para 2019

Bradesco: banco tenta ajustar despesas operacionais para o ano de 2019 (Paulo Fridman/Bloomberg)

O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, admitiu que o banco precisa melhorar suas despesas operacionais, as quais estão acima da meta estabelecida para 2019, e que está tomando medidas para isso – além do programa de demissão voluntária (PDV), com adesão de mais de 3 mil funcionários, e o fechamento de 450 agências até o ano que vem. “Temos de melhorar nossas despesas e estamos tomando providências para isso”, destacou o executivo, em teleconferência com a imprensa, realizada nesta quinta-feira, 31.

Depois de fechar 50 agências até setembro, o Bradesco espera encerrar mais 100 unidades ainda este ano. Mais de 300 devem ser descontinuadas em 2020, conforme Lazari. Os fechamentos de agências ocorrerão em todo o Brasil e não há, segundo ele, uma região específica. Ao fim de setembro, o Bradesco contava com 4.567 agências.

“Será pulverizado no Brasil inteiro. Quando compramos o HSBC fizemos um bom trabalho de enxugamento de agências, mas temos muitas oportunidades ainda”, avaliou o presidente do Bradesco, citando a existência de agências menores, mas rentáveis, muito próximas de unidades bem maiores e que podem ser incorporadas.

Ele informou ainda que os gastos operacionais do Bradesco devem ficar acima do guidance neste ano, impactados por “decisões importantes” que o banco tomou no início do ano. Dentre as medidas, o executivo citou a adoção de um novo programa de remuneração variável aos seus funcionários, acordos em processos trabalhistas e ainda reforço em equipes como, por exemplo, a do banco digital, o Next.

No caso das despesas operacionais, que consideram gastos administrativos e de pessoal, o Bradesco espera aumento de até 4%. Nos primeiros nove meses, entretanto, o Bradesco reportou elevação de 7,5%. Segundo Lazari, as despesas do banco devem ficar alinhadas à média histórica da instituição, mas acima das projeções.

“Não seria factível fazer revisão no último trimestre do ano. Por isso, nossas despesas devem ficar acima do guidance, mas estamos tomando algumas medidas que não estavam no orçamento, mas que são importantes para poder melhorar o balanço da organização”, explicou o presidente do Bradesco.

Receitas com prestação de serviços
O presidente do Bradesco disse também que o desempenho das receitas de prestação de serviços deve convergir para dentro do guidance do banco, crescendo entre 3% e 4% neste ano frente a 2018. Até setembro, a expansão foi de 2,5%, abaixo do intervalo de alta estimado pela organização, de 3% a 7%. “As receitas já aceleraram depois de uma série de medidas que tomamos ao longo do segundo e terceiro trimestre, mas ainda não atingimos o guidance. Sempre o último trimestre é melhor”, explicou.

Dentre as linhas que ele vê oportunidade de elevar os ganhos, citou as tarifas de conta corrente. Ele disse ainda que, a despeito do impulso sazonal no fim de ano, as receitas de serviços devem crescer em um ritmo maior em 2020. Não fez, contudo, projeções, uma vez que os bancos estão debruçados neste momento sob seus orçamentos do próximo ano.

Sobre as receitas na administração de fundos de investimento, Lazari avaliou que a principal pressão para queda dos ganhos em meio à redução dos juros básicos no País, a Selic, já está precificada. “Esse movimento já foi feito no segundo e terceiro trimestres”, reforçou.

A palavra de ordem no cenário atual, conforme Lazari, é escala, que permitirá um melhor desempenho das receitas de tarifas e prestação de serviços. “Escala é fundamental para operar em um País de juro baixo”, enfatizou o presidente do banco.

Nesse contexto, o presidente do banco disse que a organização já capturou 1,2 milhão de novas contas este ano e que seu braço digital, o Next, já bateu a marca de 1,5 milhão. Segundo ele, a meta são 2 milhões até o fim do ano.

Para Lazari, os bancos privados também serão beneficiados no cenário de retomada econômica frente às instituições públicas. “Os bancos privados serão protagonistas”, disse.

Carteira de crédito
O presidente do Bradesco ainda afirmou que a carteira de crédito do banco deve fechar o ano com crescimento superior ao visto até agora, de 10,5% frente a 2018. O banco espera que sua carteira de crédito expandida cresça de 9% a 13% neste ano. Conforme Lazari, o alvo é o centro dessa faixa. “A carteira de crédito expandida vem evoluindo bem. As novas safras estão com crescimento além dos 10,5% que entregamos hoje no resultado do terceiro trimestre”, disse.

Dentre os destaques, o executivo mencionou crédito pessoal, consignado, cartão e imobiliário. “Na pessoa física, o crédito vai continuar crescendo de maneira acelerada”, projetou o presidente do Bradesco.

Em relação ao crédito para pessoas jurídicas, Lazari ressaltou a aceleração de empréstimos para micro, pequenas e médias empresas que no terceiro trimestre avançou 5,5% ante o terceiro.

Sobre as grandes empresas, ele lembrou que há um movimento de migração de operações para o mercado de capitais e que a retomada neste segmento ficou para 2020. Apesar disso, o executivo ponderou que o crédito tradicional para grandes grupos não deve crescer com tanto vigor devido a outras possibilidades de funding para este público.

“A janela de ofertas de ações como IPOs e follow ONS se ampliou com um novo ânimo do mercado e deve se estender até fevereiro do ano que vem”, disse ele, acrescentando que o banco está bem posicionado para capturar tanto a retomada do crédito para grandes empresas como operações no mercado de capitais.

Fonte: Estadão Conteúdo

Tenho nome limpo, mas não consigo crédito; por que isso acontece?

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Ter o nome limpo em cadastros de proteção ao crédito não é garantia de conseguir empréstimo. Instituições financeiras levam em conta outros fatores, como o histórico de pagamentos e a renda do consumidor.


Se está com o nome limpo, continue assim
Manter o CPF fora da lista de maus pagadores não garante empréstimos, mas é o primeiro passo. "Se você estiver negativado, isso significa que os bancos não vão lhe dar crédito, ou vão cobrar juros muito altos", afirma Miguel de Oliveira, diretor de estudos e pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

As três maiores instituições de proteção ao crédito (Boa Vista SCPC, Serasa e SPC Brasil) têm ferramentas para o consumidor consultar o CPF de graça. Essa verificação pode ser feita no site do Boa Vista SCPC, no site do Serasa e no aplicativo do SPC Brasil. Em todos os casos, é necessário fazer um cadastro a partir do CPF e e-mail.

Se você estiver com o nome sujo, procure regularizar a situação o quanto antes.

Evite atrasar pagamentos
"Não adianta ter o nome limpo e não ser um bom pagador", diz Maurício Godoi, professor da Saint Paul Escola de Negócios.

O economista afirma que, passado o vencimento da conta não paga, demora entre 30 e 40 dias até que alguém fique com o nome negativado. Porém, mesmo que o consumidor regularize a situação dentro do prazo, fica o registro de que ele pagou atrasado.

Esses atrasos são considerados pelas empresas de proteção ao crédito para o score do consumidor —uma pontuação que indica se a pessoa tem bom histórico de pagamentos. Os bancos e as financeiras consultam essa avaliação antes de autorizar um empréstimo.

Ao consultar seu CPF nos cadastros de proteção ao crédito você pode verificar também a sua pontuação, que vai de zero a mil. "Acima de 700, você é considerado um bom pagador. Até 300, o banco interpreta como alto nível de inadimplência", diz Maurício Godoi.

"Score" do consumidor vai de zero a mil; quanto maior a pontuação, maior a chance de conseguir um empréstimoImagem: Reprodução/Score Serasa
Pagar as contas em dia se tornou ainda mais importante com o início do cadastro positivo, que envolve dados de todos os consumidores sobre o histórico de pagamento, com o objetivo de liberar crédito a juros menores para bons pagadores.

Não comprometa demais a sua renda
Mesmo com nome limpo e pagamentos em dia, você deve encontrar dificuldades de conseguir crédito se já tiver comprometido cerca de um terço da sua renda com outros empréstimos e compras a prazo. "Em geral, o mercado considera que uma pessoa consegue honrar empréstimos com até 30% da sua renda", afirma Maurício Godoi.

O economista diz que recorrer com frequência ao cheque especial ou pagar apenas o valor mínimo da fatura do cartão de crédito também torna mais difícil a aprovação de crédito. "Isso indica que a pessoa está no limite de suas receitas, o que é um mau sinal para os bancos."

Não peça crédito em vários lugares ao mesmo tempo
Cada vez que você pede um empréstimo, o banco ou a financeira consulta seu CPF nos cadastros de proteção ao crédito e isso fica registrado no seu histórico pessoal. Um CPF com vários registros de consulta em pouco tempo indica que o consumidor está assumindo muitas dívidas, o que dificulta a aprovação de um novo empréstimo.

"A melhor opção é buscar crédito na instituição com a qual você tem relação mais próxima, que conhece seu perfil. Geralmente é ela que vai lhe dar o empréstimo mais barato", afirma Godoi.


Fonte: Uol

Bancos anunciam cortes de juros em linhas de crédito após queda da Selic

MultiMidia Info
Alguns bancos ainda não informaram novos valores; começam a valer a partir da segunda-feira (4)

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou nesta quarta-feira (30) mais um corte na taxa básica de juros, a Selic: de 5,5% ao ano para 5% ao ano.

A terceira redução consecutiva era amplamente esperada pelo mercado. As expectativas de inflação para 2019, 2020, 2021 e 2022 encontram-se em torno de 3,3%, 3,6%, 3,75% e 3,5%, respectivamente, segundo dados da pesquisa Focus. 

Em meio a esse novo ciclo, alguns bancos seguiram a decisão do Copom e anunciaram a redução de taxas de juros em suas principais linhas de crédito.

Itaú
O Itaú Unibanco informou que repassará integralmente o corte de 0,5 ponto percentual da Selic em linhas de crédito para clientes pessoa física e empresas.

A redução para pessoa física será no empréstimo pessoal, enquanto para pessoa jurídica será no capital de giro.

Os novos valores passam a valer a partir de segunda-feira (4) e variam de acordo com o perfil do cliente e de seu relacionamento com o banco. Os percentuais de corte ainda não foram revelados.

Bradesco
O banco também reduzirá as taxas de juros de suas principais linhas de crédito a partir de segunda-feira (4). No entanto, não revelou os novos valores.

Banco do Brasil
O Banco do Brasil informou que os custos dos financiamentos ficam menores para clientes pessoas física e jurídica em diferentes segmentos, incluindo imobiliário e agronegócio. As novas condições também entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (4).

Para a linha BB Crédito Veículos, que financia a aquisição de veículos leves novos, a taxa será reduzida de 0,77% para 0,60% ao mês na faixa mínima.

A aquisição de imóveis nas linhas Carteira Hipotecária e Sistema Financeiro da Habitação (SFH) terão as taxas diminuídas. “As modalidades as taxas variam de acordo com o prazo da operação e o perfil do cliente – o que pode reduzir o custo desses financiamentos em até 0,82 ponto percentual ao ano”, segundo o banco.

Para as pessoas jurídicas, a linha desconto de cheque terá taxas mínimas de 1,27% ao mês, ante 1,31%, enquanto as máximas flutuarão de 3,21% para 3,17% ao mês.

Para a modalidade desconto de títulos, as taxas mínimas passarão dos atuais 1,12% para 1,08% ao mês e as máximas de 3,01% para 2,97% ao mês. As taxas referem-se a operações com prazos de 45 dias.

Os juros para a linha BB Giro Digital passarão de 2,77% para 2,73% ao mês, e a máxima passará do atuais 4,72% para 4,68% ao mês.

Caixa Econômica Federal
A Caixa anunciou mais cedo nesta quarta-feira (30) a redução da taxa de financiamento imobiliário para 6,75% + TR, ante 7,5% + TR. Novos valores começam a valer a partir de 6 de novembro.

Fonte: InfoMoney

Novo golpe contra o Nubank usa e-mail para roubar dados dos clientes

MultiMidia Info
Um novo golpe online está tentando roubar os dados de atuais e futuros clientes do Nubank. O banco, que tem funcionamento totalmente online desde o cadastro até o gerenciamento da conta, está sendo usado como faceta de uma tentativa de phishing que começou a circular nesta segunda-feira (28), com e-mails contendo um link controlado pelos criminosos onde o usuário é convidado a preencher seus dados para receber o tão desejado “roxinho”.

A mensagem segue o mesmo padrão de comunicação da empresa, mas chega por um e-mail que não pertence a ela. Os usuários são levados a um formulário que também traz todas as marcas da companhia, incluindo seu CNPJ e estilo de fontes, pedindo dados como CPF, telefone celular, CEP, e-mail e senha, informações que podem ser usadas em outros golpes, inclusive contra atuais clientes da Nubank.

Golpe chega por e-mail, a partir de domínio que tenta simular o da empresa, informando a aprovação do usuário para receber um cartão Nubank (Imagem: Reprodução/Sergio Oliveira)
O golpe via e-mail foi recebido por um dos editores do Canaltech, que estranhou a comunicação por já ser cliente da empresa há anos. Em uma análise rápida, foi possível conferir que o endereço “aprovadonu.com”, usado para envio dos e-mails e também para hospedagem do formulário fraudulento, foi registrado nesta segunda-feira (28) por alguém cujo nome foi ocultado a pedido do próprio. O endereço, porém, é do Panamá, o que por si só já demonstra a má intenção e também o fato de o domínio não pertencer ao Nubank.

Em contato com o Canaltech, o banco também confirmou essa informação. “Esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse. Em casos de conteúdo suspeito, pedimos sempre que os clientes reportem por meio dos nossos canais de atendimento (chat, e-mail ou telefone), para que o conteúdo seja direcionado para o nosso time de especialistas”, disse o Nubank, em comunicado.

Informações como e-mail, CPF, telefone celular e, principalmente, senha, são pedidas pelos golpistas e podem ser usados para cadastros e invasões a serviços e perfis (Imagem: Reprodução/Sergio Oliveira)
A tentativa em questão é um tipo comum de phishing, um golpe em que o alvo são as informações pessoais do usuário. Ao se passarem por uma empresa ou serviço, golpistas tentam conseguir dados pessoais ou bancários de alguém para a realização de novos crimes, como clonagem de cartões, compras indevidas ou a invasão de redes sociais, serviços de e-mail e outras plataformas.

No caso desta ocorrência, especificamente, o objetivo pode ser este último, visando um possível acesso à conta bancária de uma vítima que, por exemplo, compartilhe o mesmo e-mail e senha do Nubank em outras fintechs ou serviços de pagamento. Não dá para saber quantas pessoas caíram no golpe, mas o fato de ele ter começado a circular ainda nesta segunda-feira é um indicador de que a campanha fraudulenta ainda está em seu início.

Ainda, é possível estarmos diante de um golpe que visa o próprio Nubank, assim como outras fintechs. Ao obter dados de pessoas interessadas em um cartão de crédito ou conta bancária destas empresas, os golpistas podem fazer isso em nome delas, burlando o sistema de verificação de identidade da plataforma para gerar gastos que, mais tarde, serão cobrados da vítima.

Domínio usado na tentativa de phishing foi registrado nesta segunda-feira (28), o que indica um golpe ainda em seus primeiros dias de circulação (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)
Não existem indícios de vazamento de dados do Nubank, com a nova tentativa de phishing provavelmente utilizando listas de senhas vazadas a partir de outros serviços em uma tentativa de “fisgar” algumas vítimas. Essa também é uma prática comum em golpes dessa categoria, que não possuem foco direcionado e atiram para todos os lados na esperança de acertar alguns dos envios.

Seja como for, a principal recomendação de segurança é jamais clicar em links que cheguem por e-mail, principalmente quando não forem solicitados. Caso você tenha feito um cadastro no Nubank ou qualquer serviço do tipo, antes de entregar informações, vale a pena dar uma olhada na URL usada pelo formulário e conferir se ela bate com os endereços oficiais.

Na dúvida, evite preencher dados em formulários online e consulte o atendimento do serviço em questão para confirmar o pedido de cadastro. Além disso, jamais use a mesma senha em mais de uma plataforma, já que esse é o principal objetivo dos ataques de phishing e das tentativas de intrusão a partir de credenciais vazadas frequentemente na internet.

Fonte: canaltech

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

E-commerce Brasil lista as varejistas online favoritas dos brasileiros

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O levantamento organizado pelo portal E-Commerce Brasil e pela Netrica, serviço de assinatura para análise de dados de e-commerce, revelou lojas mais acessadas e as que mais vendem 


O E-Commerce Brasil, um programa de fomento ao comércio eletrônico, em parceria com a Netrica, empresa espanhola de analise de dados e perfis para e-commerce, desenvolveu um ranking com as lojas online mais queridas pelos brasileiros.

O ranking, que existe desde 2016, é mensal e dividido em duas listas diferentes. A primeira é feita a partir das visitas dos sites em si, já a outra contabiliza os pedidos feitos pela loja online. O portal ainda permite dividir o ranking geral por categorias e subcategorias.

O Mercado Livre, plataforma argentina de comércio online, configura-se como a loja com mais visitas diárias e com o maior número de pedidos realizados ao longo de todo o ano de 2019. Em segundo lugar aparece a Americanas.com.

O site disponibiliza filtros para diferenciar a natureza da loja online. É possível listar os líderes apenas na categoria de compras, ou apenas na categoria de serviços online pagos, por exemplo. Já as subcategorias vão desde serviços de entregas de alimentos e serviços de mobilidade urbana, até hotéis e hospedagem e artigos esportivos.

Confira o ranking do mês de junho:
Ranking global por visitas no site
Marca/SiteCategoriaSubcategoria
1. Mercado LivreComprasDiversos
2. AmericanasComprasDiversos
3. Ali ExpressComprasDiversos
4. Magazine LuizaComprasDiversos
5. Amazon ComprasDiversos
6. SubmarinoComprasDiversos
7. Casas BahiaComprasDiversos
8. BoticárioComprasBeleza e cosméticos
9.  NetshoesComprasArtigos esportivos
10. Elo7ComprasArtesanato
11. DafitiComprasRoupas e acessórios
12. ShoptimeComprasDiversos
13. Ponto FrioComprasDiversos
14. Amazon (EUA)ComprasDiversos
15. CarrefourComprasDiversos
Ranking global por pedidos efetuados
Marca/SiteCategoriaSubcategoria
1. Mercado LivreComprasDiversos
2. AmericanasComprasDiversos
3. Ali ExpressComprasDiversos
4. SubmarinoComprasDiversos
5. iFoodServiços online pagosEntrega de comida
6. NetshoesComprasArtigos esportivos
7. Magazine LuizaComprasDiversos
8. AmazonComprasDiversos
9.  UberServiços online pagosMobilidade urbana
10. BookingViagensHotéis e acomodações
11. ZattiniComprasRoupas e acessórios
12. CarrefourComprasDiversos
13. Casas BahiaComprasDiversos
14. WishComprasDiversos
15. DafitiComprasRoupas e acessórios
Fonte: Infomoney

O que é E-Commerce? Saiba tudo sobre comércio eletrônico

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Fique por dentro de como funciona o sistema de compras e vendas pela internet e entenda o universo das lojas virtuais

E-Commerce no Brasil

Você já percebeu o quanto vivemos conectados? E o quanto isso torna cada vez mais natural recorrer à internet para quase tudo? O impulso diário às buscas online pega uma carona no aumento do uso de computadores, mas principalmente, no de smartphones. A navegação em sites e redes sociais está tão presente em nosso cotidiano que comprar algo (inclusive em lojas físicas) sem pesquisar antes, começa a ser raro.

É exatamente neste mundo de telas e conectividade que o e-commerce ou, comércio eletrônico, como também é chamado, ocupa seu lugar na vida dos consumidores. E este é o motivo deste artigo. Mostrar o que é e como essa modalidade de comercialização vem ganhando espaço ao atrair para si os holofotes do mercado que se torna cada vez mais digital.

Por dentro da lógica do E-Commerce 
Caracterizado como o modelo comercial que utiliza dispositivos eletrônicos como computadores, smartphones ou tablets, o e-commerce surgiu da compra e venda pela internet. Inicialmente, as primeiras transações eram mais tímidas e compreendiam basicamente produtos como livros, cds e dvds.

Porém, com o fortalecimento no ambiente digital, as lojas virtuais ganharam notoriedade e atingiram o patamar de visibilidade conhecido hoje. Para falar a verdade, atualmente seria difícil encontrar um produto ou serviço que não possa ser vendido online.

Caminho Escalável para vendedores
A experiência de compra online encontra na internet, e no seu potencial de aproximar comerciantes e consumidores, um caminho escalável para os varejistas. A expressão, que vem do conceito de produção em escala, sinaliza quando um negócio consegue crescer com alta produtividade, sem que isso envolva, necessariamente, mais investimentos.

Prova disso é que mesmo em um cenário de crise econômica, o e-commerce conseguiu crescer 7,5%, em 2017, conforme levantamento da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Isso demonstra a força do segmento que não só enfrentou com sucesso o período de recessão, como também conseguiu atingir uma margem de expansão acima do ano anterior.

Entre as principais peculiaridades da área estão ainda a ampliação da liberdade para estruturar, otimizar processos e também criar ações promocionais. As diversas formas de incentivar o engajamento nas redes sociais, por exemplo, são potencializadas no e-commerce, pois a atração para o carrinho está apenas a um clique.

Quem são os 10 maiores Players
Segundo a Ebit/Nielsen, empresa especializada em pesquisa e consultoria, somente em 2017, as 50 maiores operações de e-commerce movimentaram R$ 36,2 bilhões.

As 10 maiores empresas de comércio eletrônico nacional foram responsáveis por uma fatia de R$ 29,9 bilhões nas vendas do país. Veja quais são elas:

1 – B2W Digital – responsável pelas gigantes Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato.

2 – Via Varejo – engloba Casas Bahia.com, Ponto Frio.com, Cdiscount.com, Barateiro.com e Extra.com.

3 – Magazine Luiza – Magazineluiza.com.br

4 – Wallmart Brasil – Walmart.com.br

5 – Grupo Netshoes – reúne Netshoes.com.br e Zatini.com.br

6 – Máquina de Vendas – abrange Ricardoeletro.com, Insinuante.com, Citylar.com, Salfer.com e Eletroshopping.com

7 – Carrefour – Carrefour.com

8 – GFG LatAm – responsável simultaneamente por Dafiti.com.br, Kanui.com.br e Tricae.com.br 

9 – Saraiva – engloba Saraiva.com.br e Siciliano.com.br

10 – Privalia – Privalia.com

Fonte: Ranking SBVC – 50 Maiores Empresas de E-commerce Brasileiro 2018

Posição Estratégica: Qualquer lugar
Se antes para abrir uma loja era preciso ter um bom ponto, alugar ou comprar um imóvel para abrigar o estabelecimento, com as vendas virtuais todo esse investimento se tornou desnecessário. Por basearem sua comercialização pela internet, os canais virtuais representam um nicho que traz mais facilidade para quem quer empreender. 

Além de eliminar alguns aspectos da logística, a nova relação de tempo e espaço entre vendedor e cliente também desfez alguns limites tradicionais. Diferentemente de uma loja física, ninguém mais precisa se deslocar para ver uma vitrine. Muito menos há um limite para o que pode ser colocado à mostra. Isso sem falar no principal: produtos disponíveis para a venda 24h!

Mas se optar pelo comércio eletrônico corta os gastos de um endereço concreto do planejamento, por outro lado, coloca um elemento essencial: o frete. A menos que estejamos falando de grandes franquias, com unidades para a retirada presencial das mercadorias, o transporte representa uma peça fundamental do e-commerce.

Fonte: Melhor envio

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